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Os síndicos e a subprefeitura da Sé

 

Aconteceu, na terça-feira, dia 12/04, o encontro entre os síndicos convidados pelo Síndicolab e a Subprefeitura da Sé, no teatro Cásper Líbero, em São Paulo. Com cerca de 300 presentes, o evento trouxe, além da prestação de serviços públicos, duas síndicas que deram seus relatos sobre como é atuar na região e também o vídeo de uma moradora do centro que, devido à doença ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica) é tetraplégica e precisa contar com a acessibilidade da cidade para usufruir da mesma, como todos merecem.

A abertura do evento foi feita pelo co-fundador do SindicoLab Marcio Rachkorsky, que celebrou a presença de tantos síndicos interessados em dialogar melhor com o Poder Público.

“Foi um ótimo encontro entre quem disponibiliza e aqueles que precisam acessar diversos serviços, mas muitas vezes encontram dificuldades”, explicou Marcio.

As síndicas profissionais Vanilda Carvalho e Cassia Capuzzo falaram na sequência, expondo como é administrar condomínios no centro.

“O morador do centro quer ver o entorno do condomínio preservado. Ele tem consciência da sua propriedade”, apontou Vanilda, expondo a simbiose entre os empreendimentos e a área da cidade.

Primeiro encontro de síndicos com a subprefeitura da SéServiços da subprefeitura

O subprefeito, coronel Salles, e sua equipe, explicaram como funcionam uma série de serviços fundamentais para o condomínio – e para esse entorno tão complexo que é a subprefeitura da Sé.

Um dos pontos destacados foi a operação cata-bagulho que, uma vez por semana recolhe móveis, madeira, entulho e eletrodomésticos.

“A cada dia são recolhidos cerca de 8 a 9 toneladas das ruas. É um trabalho de muita importância, e que os moradores de condomínio podem se programar para isso, no site da prefeitura”, apontou o coronel Salles.

Ainda sobre entulho e móveis, e seu descarte, também foi sugerido o uso dos ecopontos, que estão espalhados pela cidade e onde o morador pode descartar, corretamente, um metro cúbico de material – e ter a certeza de que esse resíduo terá a destinação correta – o que pode não acontecer quando opta-se por carroceiros, por exemplo.

“Infelizmente, nem todos os carroceiros fazem o descarte correto”, explicou o subprefeito.

Outro tema tratado foi a poda de árvores – algo cada vez mais presente na gestão condominial.

Os prazos estão cada vez menores para esse tipo de serviço. “Geralmente não demora mais do que dez dias para que haja a liberação do serviço”, contou o coronel.

Além destes, diversos outros temas foram pauta no evento, como calçamento, recolhimento de lixo, desfazimento, limpeza de fachadas, alvarás e obras.

Os síndicos e a subprefeitura da Sé“As pessoas esperam proximidade do Poder Público, e isso é natural. Porém, quem faz o mundo são as pessoas, quem constrói novas realidades são as pessoas. Hoje, quis mostrar as pessoas que fazem parte dessa gestão”, explicou o coronel Salles.

Depois da fala da subprefeitura, Beth Ribeiro, moradora de São Paulo e tetraplégica devido ao ELA , levou um vídeo para contar sobre como a acessibilidade na área urbana é fundamental para que todas as pessoas possam usufruir da cidade.

Após o evento, foi servido um coquetel aos presentes.

 

 

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